sábado, 15 de dezembro de 2012

ENTRE ASPAS: O AMOR MATA.


O Amor vive no passado, destrói o presente, hipoteca o futuro. Dilacera o coração e deixa cicatrizes profundas. O Amor coloca ainda arame farpado no coração e fica, deleitado, a vê-lo, de longe a sofrer, a sangrar com uma chaga aberta, com um pingo de sangue aqui, um pingo de sangue ali… O Amor não se resigna, não dá tréguas, não permite acordos de paz. O amor não hasteia o lenço branco da rendição. O amor não se justifica e só faz aquilo que muito bem lhe apetece. O amor morre. O amor mata.

Autor Desconhecido. 

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