sábado, 12 de novembro de 2011

Isso me faz rir de mim mesma




Sua vida havia passado diante de seus olhos milhões de vezes, nostalgia… passado… promessas… tudo que ela tinha “bloqueado” da memória voltou à tona instantaneamente. Não sabia o que fazer, como parar, ela não queria essa dor apunhalando-a novamente. Recorreu a primeira coisa que veio em sua cabeça, seus fieis escudeiros o álcool e tabaco, dois elementos que a fazia esquecer de toda a nostalgia. Bebia, tragava, bebia, tragava. […] Começou a rir, rir de si própria, rir do que estava fazendo, novamente, acabando com sua vida da forma mais banal que podia. Ria até lágrimas saltarem de seus olhos, ria até sua barriga se contorcer de dor, ria por estar infeliz, ria de sua própria amargura. E então, tudo que é bom dura pouco, se entregou aos berros e choros, mas não largava a garrafa, estava estirada no chão, não estava se preocupando com “o que, quando, onde e como” estava no seu simples estilo “foda-se” mas estava chorando, pois não sabia como se salvar, sabia que não poderia ser dessa forma e sabia que iria passar, mas voltaria e com uma intensidade ainda maior. Seus pensamentos era sobre uma única coisa, a qual ela mais queria esquecer…

Um comentário:

  1. oi angel esse post ficou muuuito foda mais tomara que nao seje de vc hehe pois na vida temos outras escolhas alem da bebida e do alcool e vc nao esta impreensada num beco sem saidas nao,alias vc sempre teve escolhas mais nunca seguimos a razao e sim o s2 maldito nao é minha amiga,bjuss sou seu fã number one desse blog =]

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