quinta-feira, 29 de setembro de 2011

uma abstinência de amor


Eu me imagino junto á ti, todos os dias. Desejo teus lábios á todo momento, seu corpo grudado junto ao meu. Olhando nos teus olhos, te desejando por inteiro. Tentando demonstrar por simples olhares o que eu realmente quero, você. Eu não quero um simples amor, eu quero mesmo é um amor pra recordar. Um que lembrarei pelo resto da minha vida, e desejarei que esse momento voltasse ao anoitecer. Crio planos, imagino nós dois. Você não sai da minha cabeça, penso no nosso futuro. Penso em um eterno para contar para as pessoas, pra comentar com as minhas amigas. Você é totalmente viciante e isso acaba me matando por dentro. Por mais que eu evite, por mais que eu finja não querer… sou toda sua. sua. Você é aquela coisa de tentação, que toma conta de mim mesma. Além de amor, é desejo. Eu tenho uma vontade incontrolável do teu corpo junto ao meu. Dos seus dedos intercalados entre os meus. Sinto vontade da sua ousadia. Sinto vontade de tudo que é relativo a você. Meu olhar mudou sobre qualquer lugar… penso no que poderíamos fazer se estivéssemos juntos. E isso vai fazendo a minha cabeça, vai alucinando minha mente. Vai me fazendo ter você por inteiro, por mais que seja na base do segredo. Quando deito em minha cama, me vejo assim sozinha, é uma grande nostalgia. E então, me levanto, diretamente vou pra varanda. Olho para a lua, fico pensando em ti, te querendo ali comigo. Você é o meu sonho de consumo, o meu desejo, o meu vício. Tu é a minha cocaína, e como outras drogas se eu não ter você, se eu te perder, entrarei em abstinência, uma abstinência de amor. 

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